Marley e Eu - por Eugênia
Fui irresistivelmente atraída por este filme, sou amante dos pets, mas não tenho um labrador. Quando o filme começa, com um cãozinho de uns 45 dia em cena já pude imaginar que pra isso ter um desfecho tão cheio de sucesso, em algum momento do filme ele 'passaria dessa para uma melhor'. Acho que existe um clube de donos de labradores secretos, ou um clube secreto de donos de labradores... porque ninguém conta o quão pestinhas esses adoráveis são! Tudo que ouvimos é sempre algo como "eles adoram nadar", "são muito amigos das crianças", "são MUITO companheiros", entre outras... mas nunca ouvi ninguém contar que seu pequeno bebê labrador tivesse destruído toda a mobília, ou boa parte dela, mas parece que isso sim é a verdade!
Enfim, a sala de cinema se transformou num coral de choro... Algumas vezes nós humanos somos mais sensíveis ao que se passa com os animais do que ao que se passa com os companheiros de jornada... Chorar por um cão, todo mundo pode, está aprovado, vamos fazer um decreto lei. Mas temos que lembrar em algum momento que o cão-ator estava lá, muito bem, obrigada!
(Não li o livro, fui ver o filme sem saber o final da história!)
Quarta-feira, Janeiro 28, 2009
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